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Hackers do mundo todo se organizam para 'vingar' fundador do WikiLeaks

Posted: 24 Dec 2010 01:59 PM PST


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"Operação revanche" derrubou sites de empresas que processam doações a Julian Assange 
Leon Neal/26.07.2010/AFP
 Hackers de todo o mundo se organizaram nesta quarta-feira (8) para atacar sites de empresas que se recusam a processar doações feitas ao site WikiLeaks, famoso por publicar documentos e informações secretas de governos e empresas.

A chamada "operação revanche" é a resposta dos ativistas virtuais à prisão do fundador do WikiLeaks, o australiano Julian Assange, que está detido no Reino Unido a pedido da polícia da Suécia, que quer interrogá-lo em um caso de suposto crime sexual.

A avalanche de ataques derrubou os sites das operadoras de cartão de crédito Mastercard e Visa, bem como do sistema de pagamentos eletrônicos PayPal. Os hackers também conseguiram tirar do ar a página do banco suíço PostFinance, que encerrou a conta de Assange.

Depois que o site criado pelo australiano começou a pedir doações online para continuar suas atividades, as operadoras Mastercard e Visa anunciaram a suspensão dos pagamentos feitos ao WikiLeaks.

O último grande vazamento do WikiLeaks, que ainda está em curso, diz respeito a 250 mil correspondências confidenciais de embaixadas americanas no mundo todo. Os telegramas fornecem detalhes constrangedores dos bastidores das relações diplomáticas.

Redes sociais suspendem hackers

Após a onda de ataques dos hackers, o serviço de microblogs Twitter decidiu retirar a página do grupo do ar nesta quarta-feira. Anteriormente, o site de relacionamentos Facebook também tinha banido os ativistas, que se apresentam como Anon_Operation.

Segundo o blog americano The Huffington Post, a conta no Twitter @Anon_Operation foi suspensa minutos depois que eles publicaram um link sugerindo que vazariam números de cartões de crédito de clientes das operadoras.

Agora, ao tentar acessar a conta do Twitter, uma mensagem de erro aparece na tela dizendo: "Desculpe, o perfil que você está tentando acessar foi suspenso". O perfil tinha mais de 20 mil seguidores.
 

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Hackers prometem intensificar guerra virtual a favor do WikiLeaks

Posted: 24 Dec 2010 01:56 PM PST


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Grupo responsável por ataques diz que já tem mais de 4.000 membros no mundo todo

Efe/AnonymousEfe/Anonymous
Mensagem de grupo de hackers convoca internautas para "guerra" contra empresas que bloquearam meios de financiamento ao WikiLeaks
Os hackers do grupo autodenominado Anonymous prometeram nesta quinta-feira (9) uma escalada da guerra virtual contra as empresas que cortaram os meios de financiamento ao site WikiLeaks depois da divulgação de mensagens diplomáticas americanas. Em entrevista à rádio britânica BBC, um porta-voz do grupo, que se organizou através de um fórum na internet, reivindicou os ataques desta quarta-feira (8) contra as companhias americanas de cartão de crédito MasterCard e Visa, bem como contra o sistema de pagamentos eletrônicos PayPal, além de outras companhias que bloquearam as contas do WikiLeaks ou de seu fundador, o australiano Julian Assange.
- A campanha não terminou. Vai bem e cada vez mais pessoas estão se unindo para ajudar. Cada vez mais pessoas estão baixando a ferramenta botnet que permite ordenar os ataques DDoS.
Os botnet permitem realizar os chamados ataques de Negação de Serviço Distribuídos (DDoS) simultâneos a partir de um grande número de equipamentos para bloquear ou ao menos sobrecarregar um portal na internet. O porta-voz do Anonymous, que se apresenta como Coldblood (sangue frio), disse que o objetivo do grupo é "manter a internet livre".
- É uma guerra informática. Estamos tentando manter a internet aberta e livre para todo mundo, como sempre foi a internet.
Grupo não tem estrutura definida
Quanto à estrutura do grupo, o porta-voz disse que o Anonymous não segue nenhum meio convencional, mas é "apenas um grupo de pessoas que, quando acha que uma ideia é suficientemente boa, então entra em ação".
Além de Visa, MasterCard e do site da filial bancária do serviço de correios suíços, o Postfinance, que na última segunda-feira (6) anunciou o fechamento da conta de Assange, os hackers também atacaram outros sites da Suécia, país que busca a extradição de Assange para interrogá-lo por um suposto caso de delito sexual.
Segundo o jornal sueco Aftonbladet, os hackers forçaram o fechamento durante várias horas do site do governo da Suécia na madrugada desta quinta-feira. Nos últimos dias também foram atacados os sites da promotoria sueca e dos advogados das duas mulheres que acusam Assange. A página do senador americano conservador Joe Liebenrman também virou alvo.
Em um chat com a agência de notícias France Presse, os organizadores do Anonymous prometeram estender sua campanha a qualquer um que tenha "uma agenda anti-WikiLeaks" e descreveram Assange como um "mártir da liberdade de expressão".
- Começamos como uns poucos usuários, menos de 50. Agora somos cerca de 4.000.
Ataques começaram no último sábado (4)
Os hackers do Anonymous fizeram seu primeiro ataque DDoS no último sábado (4), derrubando o blog do serviço de pagamentos on-line PayPal por ao menos oito horas.

Apesar de anunciar suas ações no serviço de microblogs Twitter (@Anon_Operation, conta bloqueada nesta quarta-feira) ou por meio de seu site, Anonops.net, os organizadores do grupo não quiseram identificar futuros objetivos, mas disseram que continuarão com a campanha contra as tentativas de silenciar Assange e seu portal. O australiano, de 39 anos, se encontra detido na prisão londrina de Wandsworth, após o juiz responsável pelo processo de extradição negar, na última terça-feira (7), sua liberdade sob fiança.
O site criado por Assange divulga há vários dias milhares de telegramas diplomáticos confidenciais dos Estados Unidos.
 

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TSE convoca hackers para invadir urna eletrônica

Posted: 24 Dec 2010 01:54 PM PST


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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) promove hoje, a partir das 10 horas, audiência pública de convocação para a realização de testes de segurança na urna eletrônica e nos softwares de votação das eleições gerais de 2010. Os testes serão realizados entre 10 e 13 de novembro
. Os participantes poderão atuar como hackers, o que significa que vão promover ataques nos sistemas para verificar se eles são falhos ou suscetíveis a violações e fraudes. Além disso, também será uma oportunidade de as comunidades acadêmica e científica e o meio partidário conhecerem o sistema em profundidade.
As inscrições vão até o dia 13 de outubro, no setor de protocolo do TSE. O Diário Oficial da União (DOU) publicará no dia 26 de outubro a relação dos investigadores selecionados. Os testes públicos nos softwares, hardware e demais procedimentos relativos às próximas eleições representam uma possibilidade inédita de a própria sociedade verificar o funcionamento dos sistemas.
A audiência pública de hoje será realizada no auditório do edifício-sede do TSE, em Brasília, e terá a participação do ministro Ricardo Lewandowski na sua abertura. O secretário de Tecnologia da Informação do Tribunal, Giuseppe Janino, irá explicar a representantes de partidos políticos, especialistas em informática e demais interessados como será o processo de realização dos primeiros testes públicos de segurança no sistema eletrônico de votação.
Os testes vão ocorrer no auditório do edifício-sede do TSE. Serão premiados os participantes que derem as melhores contribuições para o aperfeiçoamento desses serviços da Justiça Eleitoral. Os trabalhos serão coordenados pelo ministro Ricardo Lewandowski, relator do processo que introduziu essa novidade.  

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